quinta-feira, 19 de julho de 2007

As férias....

Foram quinze diazinhos que passaram num instante...uma semana no sul de Espanha com muito calorzinho muito mar e muita piscina e com uma passagem pelo parque temático de Isla Mágica que os mais pequenos adoraram (avô e neta).
Eu, lá fui "obrigada" a andar naquelas máquinas infernais, algumas com direito a banho no fim do percurso.
















Aí vão duas fotas ilustrativas da grande diversão.











A segunda parte das férias, mais calminha, foi para descansar da primeira. Repouso absoluto na Pousada de Santa Maria do Bouro e alguns passeios pelo Minho chegando até Trás-os-Montes. Vilarinho das Furnas - a histórica barragem que tanto deu que falar por submergir uma aldeia comunitária; se chegasse até aos nossos dias seria mais uma despovoada?

Montalegre, Vilar de Perdizes (as bruxas qué delas?), S. Bento da Porta Aberta (com o seu santuário novo que tem tanto de feio como de sumptuoso), Gerês, Caniçada, enfim... O nosso país tem paisagens lindíssimas e os estrangeiros ficam banzados.

Uma surpresa muito agradável foi ver o estado de limpeza e boa conservação da maior parte dos lugares e aldeias por onde passámos.
Boa comidinha, com especial relevo para a carne Barrosã e para o restaurante O "Victor" em S. João de Rei, perto de Amares.
A Pousada, um antigo Convento reconstruído por Souto Moura, faz-nos recuar no tempo. A reconversão interessante, mas, não muito funcional em alguns aspectos que deveriam ser melhorados, mostra-nos que o antigo e o moderno podem ser conjugados de forma harmoniosa. Nota máxima para a simpatia e o profissionalismo do pessoal e para a comidinha que só experimentámos uma vez ao Jantar, mas que foi divinal.
Já de regresso a casa, uma passagem pela "cidade berço da nacionalidade" - Guimarães, com visita aos Paços do Duque de Bragança e ao Castelo, que recomendo vivamente a quem nunca visitou e a quem, como eu já lá não ía desde "catraia". O Nosso D. Afonso Henriques lá está, altaneiro, a guardar o Castelo, a defender-nos dos Castelhanos e a expulsar os Mouros.
Ó pra ele...





E agora termino que a prosa já vai longa. Espero contribuições outros veraneantes...
Toca a postar!!!!
Beijinhos

3 comentários:

@ filipe disse...

Pois é, todas as férias passam depressa. Sabem sempre bem, mas ...
Depois há gente que tem sorte, e às vezes também o inverso é verdade - sorte sem gente !
Isto é, uns sortudos a fazer o pleno. Praia com calor - um luxo e lotaria nos tempos que correm. Depois, também o tempo aberto lá pelas Terras de Bouro, quase com o Santo à porta, à espera dos convidados, que muito comem e que caminhadas nocturnas fazem para desmoer os lautos chernes, melhor acompanhados.
Desde a Ilha Mágica ao D. Afonso Henriques, as imagens e o contado deixam-nos de àgua na boca.
Deste meu lado, a Ilha não conheço pois netos não tenho. Quanto ao Rei, e seu castelo, que também não visitei, ainda há-de desejar chamar de novo os Mouros, para o repovoamento deste país !! Que se penitencie e não demore, que tarde se faz ! E aproveita os novos incentivos à natalidade - basta trazer um casal de Mouros, ali já do Magrebe. E, até já !

Lena Seiça Neves disse...

Será que o nosso primeiro Rei era mesmo aquilo que nos disseram na escola , ou aquilo que nos dizem agora, um grande aldrabão ?
Estou muito confusa e confesso um bocadinho desiludida.
Esclareçam-me por favor, senão começo a perceber muitas coisas que se passam neste país. è que pelos vistos o mal vinha de trás.
E já agora, a isto chamam-se férias peninsulares, que não devem ter sido nada más. Pois é, já lá diz o ditados - Todos os coirões têm sorte.
Conclusão: por favor continuem a ser COOOIIIRõõõEEEEEEEEEEssssssss
Bj

Anónimo disse...

Eu diria até férias ibéricas, pois não quer o nosso Nobel que sejamos ibéricos? Eu não tenho nada contra, antes pelo contrário, sou a favor. Afinal uma mistura de Fado e Flamenco poderia ser interessante...