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Nenhum santo é menos santo
Por estar numa cascata
Que um pobre ergueu, com encanto,
Num simples bairro de lata.
Meu amor, teu alho-porro
Namora o meu manjerico...
Quando se beijam, sem gorro,
Que sobressaltada eu fico!
Ris de mim por não ser novo!
Cautela, que na noitada,
Até mesmo um velho ovo
Pode dar boa gemada.
Que bom esse ar de zangada
Porque, amor, uma fogueira
Quanto mais for arejada,
Mais depressa faz braseira!
Com saia tão reduzida
Cuidado com os "calores"
Porque na festa da vida
Há santos e pecadores!
A nove meses nasci
Da noite de São João.
Agora que já vivi
Vou manter a tradição.
Nenhum santo é menos santo
Por estar numa cascata
Que um pobre ergueu, com encanto,
Num simples bairro de lata.
Meu amor, teu alho-porro
Namora o meu manjerico...
Quando se beijam, sem gorro,
Que sobressaltada eu fico!
Ris de mim por não ser novo!
Cautela, que na noitada,
Até mesmo um velho ovo
Pode dar boa gemada.
Que bom esse ar de zangada
Porque, amor, uma fogueira
Quanto mais for arejada,
Mais depressa faz braseira!
Com saia tão reduzida
Cuidado com os "calores"
Porque na festa da vida
Há santos e pecadores!
A nove meses nasci
Da noite de São João.
Agora que já vivi
Vou manter a tradição.

1 comentário:
Estão boas estas quadras.
Se estivesse na farra,
Era uma noitada!
Sendo tudo caseiro,
Viva o S. João, carago !
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