Estádio premiado com a Medalha de Ouro.Prémio de arquitectura internacional que distingue as melhores instalações desportivas recreativas, atribuído pela Associação Internacional para Equipamentos de Desporto e Lazer (IAKS) em colaboração com o Comité Olímpico Internacional.
Amigos não digam nada a ninguém mas parece que estamos na época dos IDIOTAS.
Se leram hoje o público, tiveram a oportunidade de ver mais uma vez, que a gerir o nosso património só temos PAVÕES, IDIOTAS E CONVENCIDOS.
Pois é o responsável pelo Parque Desportivo Aveiro, Ulisses Pereira, teve a brilhante ideia de propôr a implosão do Estádio. À primeira pensei que se referia ao estádio Mário Duarte.
Não, nada disso, é mesmo o estádio municipal.
SOLUÇÃO PROPOSTA POR AQUELE INTELEGENTE: construir um novo estádio mais pequeno e com um projecto comercial associado.
Fantástico!!!
Ainda não lhe ocorreu rentabilizar o estádio para cobrir os enormes gastos daquilo.
O dinheiro que ali se gastou pelos vistos não interessa nada( aliás penso que ainda não está pago), o melhor realmente é pôr abaixo(obviamente gastando mais), pagar o que falta e ainda venham lá mais uns milhões para fazer outro.
E é isto quer queiramos quer não temos que aturar estes idiotas.
Estará tudo parvo?
Que tipo de bebida beberão às refeições?
A minha paciência está nos limites.
Bjs
12 comentários:
Realmente vejo que temos aqui uma «adepta fervorosa» da «Taveirada» Municipal.
Olhe para estas imagens por favor:
http://twitpic.com/photos/bm_aveiro
E mais: Desde o acto inaugural (15 de Novembro de 2003) que obstinadamente o EMA teve diversos problemas estruturais , quer no que respeita à acessibilidade ou à mobilidade, como podemos constar no jornal O Aveiro, de 20 de Novembro de 2004 (págs. 2, 3, 4, 10, 16 e 17) e de 11 de Dezembro (pág. 24), no D.A. de 22 de Janeiro de 2004 (pág. 5), que nos referem essas ocorrências de problemas. Já neste ano, 2008, o jornal O Aveiro ouviu algumas "figuras" da cidade sobre esta matéria uma das quais, mais radical, António Salavessa refere-se mesmo à implosão da estrutura. Por seu turno Mano Nunes (líder da Comissão Administrativa) refere também para a implosão do novo estádio ou torná-lo numa praça de Toiros.
Se pretender que faça uma maior exposição argumentativa no ambito do ordenamento territorial também tenho essas valias.
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Sem contar com as questões praticas o erário público, em que mensalmente voam mais de 10.000€ p/ mês, o que equivale a 600.000€ p/ ano.
Será que a Sr.ª Lena Seiça Neves (que até tem dois nomes de um Sr. que me era amigo mas muito infelizmente faleceu) quer compactuar com a continuidade da corda na garganta na cidade?!
Não é uma questão de "Taveirada" Municipal, mas sim de Bom Senso.
É possível reciclar, rentabilizar e reutilizar sem aumentar gastos.
É sobretudo necessário gerir bem, o que infelizmente neste país parece uma missão impossível.
Precisamente por já estarmos com a corda na garganta é que não me apetecia nada que a corda apertasse fatalmente.
Obrigada pela sua atenção.
Respondeste bem ao anónimo, que bem podia dar a cara. Mas vê-se pela argumentação que deve ser político...
Continua...
Zezinha: não sou político! Prefiro manter-me bem distante desse "mundo" onde «todos gritam» e, por vezes, nem se sabe quem tem razão.
Lena: Existiu falta de «bom senso» aquando da realização dos estudos de impacto do equipamento (conforme se pode constar pelas Revistas Municipais da altura) -> http://twitpic.com/photos/bm_aveiro
Agora quem paga a fava é o meu Beira-Mar e a minha cidade de Aveiro!
Concordo com a reciclagem.. e devia precisamente começar nos políticos.
Quando me engano, apago e tento aprender onde falhei. Quando erro, admito e sou responsabilizado por isso. Agora dizer ao «povo» que aquilo dá lucro, é rentável, é bonito, está cheio, etc... é cairmos novamente num mundo de aparências! Até bilhetes à borla foram distribuídos e não enche! Perderam-se 7000 associados no Beira-Mar (é só fazer a conta e ver o prejuízo social causado)
O estádio não foi feito para o Beira-Mar, nunca existiram viabilidades baseadas num acórdãos entre a triologia (projectista/poder local/clube residente). Tenho aqui as fontes noticiosas que demonstram «uma carrada» de conflitos...
Agora «continuar tudo na mesma» é afirmar que se está a compactuar com o «regime instalado» resistindo à mudança! Temos de agir e, como tal, é necessário ponderar todas as alternativas.
Cumprimentos
Olá!
Fico contente em saber que há discussão neste blog. Eu tenho andado fugida, mas não é por ir para a praia, mas sim por motivos técnicos.
A respeito da implosão do estádio, aí vai a minha opinião:
Os novos ricos são assim... Não serve, deita-se abaixo e faz-se outro.
Francamente, também eu sou a favor da reciclagem e para reciclar o estádio, aí vão algumas ideias...Porque não rentabilizar aquilo construindo um centro comercial nas imediações? Está provado que as catedrais de consumo é que dão, na nossa terra, e Aveiro já tem tantas e todas têm clientela, porque não mais uma, com cinemas restaurantes, etc?
E porque não dinamizar espectáculos para lá? Tipo concertos, ou outros que possam atrair pessoas e gerar receita. Melhorar acessos para que as pessoas possam lá ir, fazer parques de merendas, circuitos de manutenção, animação desportiva aos fins de semana, etc...
Claro, tudo isto custa dinheiro, mas deitar abaixo também e para quê? Para depois construir outros, mais pequeno, como diz o sr. Deputado, e para também ficar às moscas, sim porque o beira-mar na 1ª divisão já era… Ou será para, com a implosão, resolver algum problema de alguma empresa que está na falência? Como vê sr. Anónimo não faltam ideias, se se pensar mais nas pessoas e menos no dinheiro. Assim como assim a câmara já está na falência. E já agora, diga lá o seu nome, não se envergonhe…
Sr.ª Ana: Relativamente à questão que me coloca posso dizer que já fizemos de «30 por uma linha» (seja o clube nas escolas, campanhas de solidariedade, oferecer bilhetes a custo Zero, tv do clube, criar modalidades, etc). Nada levou a um incremento de assistências e, cada vez mais, as pessoas estão desligadas!
Só para ver neste último jogo (Domingo) estiveram apenas 450 pessoas (Fonte: Terra Nova FM), sendo que grande parte seriam da equipa visitante!
Relativamente à questão do "construir um Centro Comercial" garanto-lhe que é a «resposta típica» do cimento e betão. Mas questiono se pretende levantar um problema com a Associação Comercial e seus associados? Problemas com a coesão do ordenamento territorial? Compactuar com o emprego precário e coesão social? Ter os mesmos hipermercados, MCDonalds, PizzaHut's, Modalfa's, Sport zone's, etc que existem em todo o lado e não levam mais valias para os locais? Mais locais fechados para passar o fim de semana a ver as mesmas montras que já tão bem conhecemos e com cheirinho de criolina dos corredores e das casas de banho e os fritos da praça de alimentação?
A minha biblioteca pessoal tem diversos autores contra o dopping de CC's e seria, sem dúvida, mais uma ideia infeliz para subjugar naquele espaço. E claro, mais um entrave na rentabilização do estádio, dado que os CC's fazem concorrência directa aos espectáculos desportivos!
Relativamente aos espectáculos musicais e outros derivados: posso-lhe afirmar que já foram feitos alguns (mas poucos), existem feiras de tunning, feiras do caracol, feira do oculto, semanas de enterro académico, festas privadas, jantares, lançamento de produtos, reuniões, festejos de dias especiais, acções comerciais e de formação e outro género de iniciativas... e olhe, continua tudo igual! Temos que entender também que tudo o que seja sobre o relvado implica maiores custos de conservação.
No que concerne ao dizer o meu nome penso que é um factor que irrelevante ao debate. Considere apenas que sou uma pessoa bastante preocupada com uma instituição com quase 88 anos de vida, que se chama «Sport Clube Beira-Mar».
Sim senhor, que discussão mais animada, não posso deixar passar a oportunidade de dar a minha humilde opinião.
Primeiro q tudo, o nome do sr. Anónimo não é relevante, nem o o cargo que possa ocupar, onde quer que o possa ocupar. Já os seus comentários, esses sim, que demonstram que é uma pessoa informada e documentada no assunto.
Quanto à solução para o estádio:
- em primeiro lugar acho que demolir o estádio é uma ofensa não só para os aveirenses como para todos os portugueses que pagaram com os seus impostos todos os estádios que se construiram para o Europeu. Independentemente do que se possa fazer com eles, demolir não é solução, na minha opinião, simplesmente pelo dinheiro público investido nele, pois seria um atestado de estupidez a todos os que o puseram de pé, uma vez que não souberam desenhar um plano a longo prazo.
-por outro lado, também não concordo em fazer dele mais um centro comercial. Temos muitos, não faz falta, não é preciso.
A meu ver a solução só é possivel se deixarmos de pensar em futebol. Dando lugar a coisas realmente importantes: Cultura, Educação e Desporto Juvenil. Isto significa:
- Ceder o espaço às escolas de todo o distrito, para usufruto dos nossos estudantes
- Promover concertos e outros eventos culturais de interesse ibérico, devido à localização e facilidade de acesso desde Lisboa, Porto, Madrid, Vigo, etc...
- Negociar com todos os clubes do distrito de todas as modalidades um regime partilhado de usufruto do estádio
(... que mais é que se pode fazer com um estádio?...)
Epah, sinceramente, nem que transformem o mastodonte em questão num parque de campismo!!
Agora deitá-lo abaixo, repito, seria a prova em como os nossos políticos trabalham para o agora, já, para os votos nas seguintes eleições e nunca para o progresso da nossa sociedade, porque aquele estádio serve para muita coisa, se calhar só não serve é para futebol
Muito bem, hoplite, concordo plenamente!!
Sr. Hoplite vejo que é uma pessoa de bom senso, o que neste país diga-se,
é um ser em vias de extinção.
Quem escreve assim... merece que lhe tire o chapéu.
A discussão estava tão boa? ´Já ninguém discute o futuro do estádio de Aveiro?
Perdoe-me hoplite mas quase todas as soluções que propõe só afundariam o Estádio. Vê-se que está ligada à cultura, mas não há gestão.
Mas concordo que é uma estupidez deitar abaixo o novo estádio, só explicada, quiçás, por um exagero na bebida.
Caro Anónimo,
Aparte de ser músico nos tempos livres não estou ligado à cultura. Estou isso sim, bem ligado à gestão já que tenho empresa própria, com 10 empregados.
E se a minha empresa tivesse investido taaaaaaanto dinheiro para levar a cabo um projecto, acredite que ia pensar em todas as alternativas e mais algumas para o rentabilizar, antes de desistir dele.
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